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nasce uma estrela
Postado por
Rodrigo da Silva
|
14 de jul. de 2009
nasce uma estrela. o nome dela é florence welch. uma inglesinha de vinte e dois anos que acaba de lançar o primeiro álbum de sua carreira, há exatos oito dias, e já alcança o segundo lugar das paradas britânicas (perde apenas para michael jackson, por questões óbvias).florence and the machine estourou ao lançar algumas músicas na grande rede através da sua página no myspace, e em shows alternativos patrocinados pela rede bbc. o feito foi suficiente para que a talentosa menina de londres e seus amigos abocanhassem o prêmio da crítica no brit awards 09. "lungs", logo se tornaria no álbum mais aguardado do ano.
a ruivinha tem uma voz poderosa. uma mistura de kate bush com björk, annie lennoux, e adele. de qualquer maneira eu cometeria a heresia de dizer que ela é melhor do que todas essas, sem ficar com a consciência pesada.
do álbum eu poderia listar pelo menos quatro músicas que ficarão para a eternidade - 'rabbit heart (raise it up)', 'dog days are over', 'howl' e 'cosmic love'. florence and the machine ilumina o meu dia como janelas abertas em dias de sol.
ps: seus dias estão contados amy winehouse!
ps: seus dias estão contados amy winehouse!
LIMPE BEM OS OUVIDOS ANTES DE OUVIR
Postado por
Rodrigo da Silva
|
10 de jul. de 2009
os 10 álbuns que mais influenciaram a minha educação musical.
1] K-Os - Atlantis Hymns for Disco (2007)
o álbum de uma vida inteira.
escrevi sobre esse cara há um tempo atrás. e é realmente muito difícil a gente falar sobre alguém que a gente ama tanto, sem cair em alguns clichês, e se empolgar um pouco em algumas frases, e se emocionar com algumas boas lembranças. o fato é que k-os nasceu a frente do seu tempo.
atlantis hymns for disco é um tutorial sobre como fazer um álbum de música negra sem deixar cair a peteca.
pense bem antes de ouvir - the rain, born to run, black Ice - hymn for disco.
2] Dave Matthews Band - Listener Supported (1999)
dave matthews band é a maior banda do mundo. ponto.
gostaria de deixar registrado também o meu desejo que a música #41 tocasse no meu velório. ela é a música da minha vida. se não fosse pedir muito, escolham a versão ao vivo do listener supported. dave matthews é perito em concertos para grandes multidões. já lançou um milhão de discos duplos e triplos em arenas, e parques, e estádios espalhados pelos estados unidos. mas se podesse escolher um álbum que sintetizasse sua carreira seria esse. pelo repertório, pela engenharia de som, pela inspiração dos músicos.
pense bem antes de ouvir - #41, Crash Into Me, The Stone.
3] Jason Mraz - We Sing. We Dance. We Steal Things. (2008)
jason mraz cresceu. acompanho a carreira desse menino desde muito cedo, quando ele ainda abria os shows da dave matthews band, com seu inseparável amigo toca rivera.
já comentei no blog sobre como we sing. we dance. we steal things. foi concebido, e de como particularmente ele preenche alguns espaços em meu playlist diário. a propósito, o dvd tonight not again que acompanha a edição limitada norte americana é impecável.
pense bem antes de ouvir - details in the fabric, the dynamo of volition, make it mine.
4] Afro Cuban All Star - A Toda Cuba Le Gusta (1997)
o guitarrista ry cooder viajou à havana em 96 para tentar resgatar alguns nomes do cenário local para produzir um disco, depois de décadas de censura do governo castro. o resultado foi documentado pelo diretor alemão win wenders através do filme buena vista social club e rodou pelo mundo.
a toda cuba le gusta é o álbum de estréia do grupo afro cuban all star, projeto paralelo produzido pelos mesmos músicos do buena vista, e abriu as portas para que o cenário latino americano pudesse invadir o meu universo musical.
pense bem antes de ouvir - classiqueando com ruben, fiesta de la rumba, los sitios asere.
5] Esthero - Wiked Lil' Grrrls (2005)
jean-bea ainda era uma menina de dezesseis anos, quando se mudou de sua cidadezinha no interior do canadá para tentar a carreira musical em toronto, e então conheceu o multi instrumentista martin mckinney, ou simplesmente doc, que abraçaria o seu sonho e lhe transformaria em esthero.
como um prato wikked lil' grrrls, seu segundo álbum, mistura hip hop com jazz, ao molho de um r&b e algumas pitadas de ska. esthero não tem medo de fazer uma salada musical, que sussurra em nossos ouvidos como um deleite afrodisíaco.
pense bem antes de ouvir - we r in need of a musical revolution, everiday is a holiday whit you, wikked lil' grrrls.
6] O Rappa - O Silêncio Que Prece O Esporro (2003)
o silêncio que precede o esporro é uma peça musical feita pela maior banda da história da música brasileira. tom capone e o grupo carioca preenchem cada espaçozinho do álbum com muita melodia e lirismo, em arranjos desafiadores. tive a oportunidade de acompanhar o show da banda na turnê do álbum. desde o primeiro acorde não há equívocos.
o rappa apresenta uma qualidade musical inquestionável. seja na engenharia de som de seus álbuns, na produção de seus shows, na composição de suas músicas ou nas filmagens de seus video clips. mas sem dúvida o silêncio que precede o esporro é seu trabalho mais maduro.
pense bem antes de ouvir - linha vermelha, óbvio, o salto.
7] Empire Of The Sun - Walking On A Dream (2008)
talvez eu ainda demore algum tempo pra tentar entender a importância de empire of the sun para a música. o duo australiano, formado por luke steele (ex integrante da banda the sleepy jackson) e nick littlemore (do grupo pnau) impressiona. walking on a dream, lançado a pouco tempo, é o debut da dupla e está arrancando elogios rasgados da crítica. o som é único. futurista, como se pertencesse à trilha sonora de um filme de ficção científica feito em outro planeta!
pense bem antes de ouvir - walking on a dream, standing on the shore, we are the people.
8] Nelly Furtado - Folklore (2003)
folklore é o álbum mais alternativo (e, por sinal, o menos vendido) de nelly furtado. depois de estourar com whoa, nelly! três anos antes e de faturar o grammy com o single like a bird, a cantora canadense que, assim como esthero, havia se mudado para toronto ainda adolescente para tentar música pois era "..o lugar onde se encontra tudo, onde se pode ser tudo", apresenta a fase mais madura de sua obra, resgatando alguns estilos de suas origens portuguesas.
(loose, seu álbum posterior, apesar de ter conseguido alcançar o topo das paradas de sucesso pelo mundo, representa o lado promíscuo (!) de uma carreira, até então, com muita identidade musical.)
pense antes de ouvir - one-trick pony, fresh off the boat, childhood dreams.
9] Alicia Keys - Songs In A Minor (2001)
alicia keys (cantora e pianista de mão cheia) é a imagem do r&b dessa década. songs in a minor é o debut de uma carreira que vendeu, até então, mais de trinta milhões de discos e já faturou dez grammys. a menina, que nasceu na periferia de nova iorque, e que, na minha humilde opinião, se tornou em uma das mulheres mais lindas do mundo, aprendeu a tocar piano desde muito cedo, influenciada por sua mãe. o álbum foi um arrasa quarteirão pra crítica especializada (que tratou de comparar alicia a grandes ícones do soul norte americano) e pro público (songs in a minor ainda é seu grande sucesso comercial, com mais de doze milhões de cópias vendidas).
10] John Mayer - Room For Squares (2001)
room for squares é o primeiro álbum do cantor norte americano john mayer, e seu trabalho mais cool. curiosamente john, que já passou por diversas fases ao longo de sua carreira, utiliza muito pouco sua guitarra no álbum de estréia - john mayer é um dos maiores guitarristas do mundo. mas, ainda assim, particularmente vejo em room for squares seu lado mais bacana.
o álbum lhe renderia o grammy de melhor performance vocal por your body is a wonderland, hit que embalou boa parte da minha adolescencia. mayer tem altos e baixos em sua carreira, mas esse é um álbum que não pode ser esquecido.
pense bem antes de ouvir - your body is a wonderland, neon, st. patrick's day.
1] K-Os - Atlantis Hymns for Disco (2007)
o álbum de uma vida inteira.escrevi sobre esse cara há um tempo atrás. e é realmente muito difícil a gente falar sobre alguém que a gente ama tanto, sem cair em alguns clichês, e se empolgar um pouco em algumas frases, e se emocionar com algumas boas lembranças. o fato é que k-os nasceu a frente do seu tempo.
atlantis hymns for disco é um tutorial sobre como fazer um álbum de música negra sem deixar cair a peteca.
pense bem antes de ouvir - the rain, born to run, black Ice - hymn for disco.
2] Dave Matthews Band - Listener Supported (1999)
dave matthews band é a maior banda do mundo. ponto.gostaria de deixar registrado também o meu desejo que a música #41 tocasse no meu velório. ela é a música da minha vida. se não fosse pedir muito, escolham a versão ao vivo do listener supported. dave matthews é perito em concertos para grandes multidões. já lançou um milhão de discos duplos e triplos em arenas, e parques, e estádios espalhados pelos estados unidos. mas se podesse escolher um álbum que sintetizasse sua carreira seria esse. pelo repertório, pela engenharia de som, pela inspiração dos músicos.
pense bem antes de ouvir - #41, Crash Into Me, The Stone.
3] Jason Mraz - We Sing. We Dance. We Steal Things. (2008)
jason mraz cresceu. acompanho a carreira desse menino desde muito cedo, quando ele ainda abria os shows da dave matthews band, com seu inseparável amigo toca rivera.já comentei no blog sobre como we sing. we dance. we steal things. foi concebido, e de como particularmente ele preenche alguns espaços em meu playlist diário. a propósito, o dvd tonight not again que acompanha a edição limitada norte americana é impecável.
pense bem antes de ouvir - details in the fabric, the dynamo of volition, make it mine.
4] Afro Cuban All Star - A Toda Cuba Le Gusta (1997)
o guitarrista ry cooder viajou à havana em 96 para tentar resgatar alguns nomes do cenário local para produzir um disco, depois de décadas de censura do governo castro. o resultado foi documentado pelo diretor alemão win wenders através do filme buena vista social club e rodou pelo mundo.a toda cuba le gusta é o álbum de estréia do grupo afro cuban all star, projeto paralelo produzido pelos mesmos músicos do buena vista, e abriu as portas para que o cenário latino americano pudesse invadir o meu universo musical.
pense bem antes de ouvir - classiqueando com ruben, fiesta de la rumba, los sitios asere.
jean-bea ainda era uma menina de dezesseis anos, quando se mudou de sua cidadezinha no interior do canadá para tentar a carreira musical em toronto, e então conheceu o multi instrumentista martin mckinney, ou simplesmente doc, que abraçaria o seu sonho e lhe transformaria em esthero.como um prato wikked lil' grrrls, seu segundo álbum, mistura hip hop com jazz, ao molho de um r&b e algumas pitadas de ska. esthero não tem medo de fazer uma salada musical, que sussurra em nossos ouvidos como um deleite afrodisíaco.
pense bem antes de ouvir - we r in need of a musical revolution, everiday is a holiday whit you, wikked lil' grrrls.
o silêncio que precede o esporro é uma peça musical feita pela maior banda da história da música brasileira. tom capone e o grupo carioca preenchem cada espaçozinho do álbum com muita melodia e lirismo, em arranjos desafiadores. tive a oportunidade de acompanhar o show da banda na turnê do álbum. desde o primeiro acorde não há equívocos.o rappa apresenta uma qualidade musical inquestionável. seja na engenharia de som de seus álbuns, na produção de seus shows, na composição de suas músicas ou nas filmagens de seus video clips. mas sem dúvida o silêncio que precede o esporro é seu trabalho mais maduro.
pense bem antes de ouvir - linha vermelha, óbvio, o salto.
7] Empire Of The Sun - Walking On A Dream (2008)
talvez eu ainda demore algum tempo pra tentar entender a importância de empire of the sun para a música. o duo australiano, formado por luke steele (ex integrante da banda the sleepy jackson) e nick littlemore (do grupo pnau) impressiona. walking on a dream, lançado a pouco tempo, é o debut da dupla e está arrancando elogios rasgados da crítica. o som é único. futurista, como se pertencesse à trilha sonora de um filme de ficção científica feito em outro planeta!pense bem antes de ouvir - walking on a dream, standing on the shore, we are the people.
8] Nelly Furtado - Folklore (2003)
folklore é o álbum mais alternativo (e, por sinal, o menos vendido) de nelly furtado. depois de estourar com whoa, nelly! três anos antes e de faturar o grammy com o single like a bird, a cantora canadense que, assim como esthero, havia se mudado para toronto ainda adolescente para tentar música pois era "..o lugar onde se encontra tudo, onde se pode ser tudo", apresenta a fase mais madura de sua obra, resgatando alguns estilos de suas origens portuguesas.(loose, seu álbum posterior, apesar de ter conseguido alcançar o topo das paradas de sucesso pelo mundo, representa o lado promíscuo (!) de uma carreira, até então, com muita identidade musical.)
9] Alicia Keys - Songs In A Minor (2001)
alicia keys (cantora e pianista de mão cheia) é a imagem do r&b dessa década. songs in a minor é o debut de uma carreira que vendeu, até então, mais de trinta milhões de discos e já faturou dez grammys. a menina, que nasceu na periferia de nova iorque, e que, na minha humilde opinião, se tornou em uma das mulheres mais lindas do mundo, aprendeu a tocar piano desde muito cedo, influenciada por sua mãe. o álbum foi um arrasa quarteirão pra crítica especializada (que tratou de comparar alicia a grandes ícones do soul norte americano) e pro público (songs in a minor ainda é seu grande sucesso comercial, com mais de doze milhões de cópias vendidas).10] John Mayer - Room For Squares (2001)
room for squares é o primeiro álbum do cantor norte americano john mayer, e seu trabalho mais cool. curiosamente john, que já passou por diversas fases ao longo de sua carreira, utiliza muito pouco sua guitarra no álbum de estréia - john mayer é um dos maiores guitarristas do mundo. mas, ainda assim, particularmente vejo em room for squares seu lado mais bacana.o álbum lhe renderia o grammy de melhor performance vocal por your body is a wonderland, hit que embalou boa parte da minha adolescencia. mayer tem altos e baixos em sua carreira, mas esse é um álbum que não pode ser esquecido.
pense bem antes de ouvir - your body is a wonderland, neon, st. patrick's day.
eterno
Postado por
Rodrigo da Silva
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26 de jun. de 2009
ainda estou perplexo com a morte daquele que foi o messias da minha educação musical. michael jackson foi o astro maior de sua geração. sua música e sua dança e seus videoclipes são um marco para a história do entretenimento e continuarão influenciando um batalhão de artistas pelos quatro cantos do mundo. seu talento é incomparável, insubstituível e único. michael mudou a cara da cultura pop do século vinte, e sua morte é a grande perda da década. o ícone, o rei do pop, o gênio, o astro maior, michael jackson foi embora, e o mundo sentirá muita falta dele.descanse em paz.
nós cantamos. nós dançamos. nós roubamos coisas.
Postado por
Rodrigo da Silva
|
20 de jun. de 2009
no dia treze de maio de dois mil e oito, dia do meu aniversário de vinte e um anos, um americano nascido na virgínia chamado jason thomas mraz, lançaria um album que figuraria, dentro do meu universo, como um dos maiores da década.'we sing. we dance. we steal things' já vendeu quase um milhão de cópias pelo mundo. o título do álbum viria de uma peça do artista plástico david shrigley, que mraz conheceria em uma viagem à escócia e que viria a ser o responsável pela capa de seu disco.
"i'm yours", sua primeira música de trabalho, figurou praticamente o ano inteiro entre o top dez da revista bilboard (foi a música mais tocada do ano nos estados unidos, na alemanha, na itália, na argentina, na noruega, na nova zelândia, na suécia e na áustria). e ainda ganharia o grammy na categoria 'música do ano'.
depois de ter passado quatro anos do lançamento de seu primeiro álbum ('waiting for my rocket to come'), com hits como "you & i both" e "remedy (i won’t worry)", e de logo em seguida ter lançado seu segundo álbum ('mr. a-z'), que deu continuidade ao sucesso do primeiro, com novos hits e uma indicação ao grammy, mraz decidiu parar. queria cuidar do seu gato e do seu jardim. queria poder voltar a andar nas ruas e a lavar sua roupa e a fazer compras no supermercado. queria voltar a fazer coisas simples. e após uma interminável pausa de um ano na carreira, longe dos estúdios, e dos palcos e dos programas de televisão, mraz despertaria para redescobrir sua arte.
- de repente eu acordei e músicas de verdade começaram a brotar de mim. músicas que eu não tinha planos de compor. mas isso acabou se tornando uma reflexão de como me sinto, do humor em que estava, e desses despertamentos que eu estava tendo. por esses momentos de auto-realização, auto-poder e auto-aperfeiçoamento, fiquei feliz em poder fazer um álbum ao mesmo tempo em que estava voltando ao planeta terra.
o disco ainda ganharia as participações especiais de colbie caillat (na canção "lucky", feita por mraz e colbie, fã declarada de seu trabalho) e de james morrison em "details in the fabric" (cantor britânico que viria a ter o mesmo produtor de mraz).
'we sing. we dance. we steal things' é impecável do início ao fim. da primeira letra da primeira música, aos arranjos, e aos solos dos metais, e na voz de mraz, e na composição de suas músicas. e na leveza com que carrega uma obra que viria a ser o grande álbum de sua curta carreira, e que iluminaria o meu playlist musical por um bom tempo.
A Revolução Musical
Postado por
Rodrigo da Silva
|
26 de abr. de 2009
a primeira vez que ouvi esse cara eu tava dentro de um carro. e tudo parecia bem devagar - tipo slow motion, saca? as pessoas na calçada caminhavam sem pressa, sem direção. não havia buzinas, carros desgovernados, sirene de ambulância. nada. eu poderia apostar que, pelo menos naquele instante, o mundo estava em um silêncio absoluto, se não fosse pela música contagiante que tocava no rádio. se não fosse por k-os.é. isso mesmo. o céu parecia se rasgar lá no alto graças a essas três letrinhas que parecem ter saído de alguma nave intergalática de jornada nas estrelas e que iriam revolucionar a minha maneira de enxergar a música.
k-os é um rapper canadense que resgatou tudo aquilo que já havia sido feito na black music - do soul ao r&b -, bateu num liquidificador, acrescentou seus próprios ingredientes e saiu com seu microfone pelo mundo afora. seus discos são, a meu ponto de vista, as maiores realizações da cultura pop dos últimos anos, e poderia dizer que k-os está para a black music, assim como beethoven esteve para a música clássica e os beatles estiveram para o rock n'roll.
seu visual personifica a nova imagem da cultura de rua. sem o esteriótipo da periferia norte-americana. sem carrões importados. sem mulheres rebolando. sem calças largas. sem exageros. k-os dignifica o hip-hop.
suas músicas são recheadas com violinos, pianos, bongôs, pickup's, vocais, saxofones e seguem a fórmula sagrada do pop - um ritmo envolvente, refrões que ficam marcados e solos curtos.
nesse exato instante a revolução musical está acontecendo em algum lugar do mundo. a cada vez que k-os tocar num player, a cada vez que um disco seu for ouvido pela primeira vez, sua música se transformará numa grandiosa epopéia. uma viagem para o universo musical, dessas que rasgam o céu lá no alto, e deixam o tempo mais devagar, parecendo slow motion.
k-os é um rapper canadense que resgatou tudo aquilo que já havia sido feito na black music - do soul ao r&b -, bateu num liquidificador, acrescentou seus próprios ingredientes e saiu com seu microfone pelo mundo afora. seus discos são, a meu ponto de vista, as maiores realizações da cultura pop dos últimos anos, e poderia dizer que k-os está para a black music, assim como beethoven esteve para a música clássica e os beatles estiveram para o rock n'roll.
seu visual personifica a nova imagem da cultura de rua. sem o esteriótipo da periferia norte-americana. sem carrões importados. sem mulheres rebolando. sem calças largas. sem exageros. k-os dignifica o hip-hop.
suas músicas são recheadas com violinos, pianos, bongôs, pickup's, vocais, saxofones e seguem a fórmula sagrada do pop - um ritmo envolvente, refrões que ficam marcados e solos curtos.
nesse exato instante a revolução musical está acontecendo em algum lugar do mundo. a cada vez que k-os tocar num player, a cada vez que um disco seu for ouvido pela primeira vez, sua música se transformará numa grandiosa epopéia. uma viagem para o universo musical, dessas que rasgam o céu lá no alto, e deixam o tempo mais devagar, parecendo slow motion.
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